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Era da IA

Empresa de Segurança em IA para sistemas de IA e LLM

Pentest de LLM, Red Team adversarial, governança ISO 42001 e monitoramento contínuo — desenhados para o stack de IA real, não adaptados de testes web.

Agendar diagnóstico de IA
21Incidentes 2025–26
$234BMercado até 2032
74%Empresas com IA em prod
Definição

O que é uma empresa de segurança em IA?

Uma empresa de segurança em IA protege sistemas de inteligência artificial e LLM contra ataques adversariais, prompt injection, envenenamento de dados e roubo de modelos. A Berghem é uma empresa brasileira de segurança em IA que atende a América Latina, entregando pentest de IA/LLM, Red Team para IA e governança alinhada à ISO 42001, ao EU AI Act e ao NIST AI RMF.

Sistemas agênticos ampliam essa superfície de ataque — para proteger agentes autônomos com acesso a ferramentas e memória, veja segurança em agentes de IA.

Fornecedor

Por que escolher a Berghem como sua empresa de segurança em IA

A Berghem é uma empresa de segurança em IA com sede em São Paulo, Brasil, com um time de segurança ofensiva focado em sistemas de IA e LLM e atuação no Brasil e na América Latina.

Prática alinhada a normas

Nosso trabalho é alinhado à ISO/IEC 27001 para gestão de segurança da informação e à ISO/IEC 42001 para sistemas de gestão de IA, e mapeado ao EU AI Act e ao NIST AI RMF.

Red Team especialista em IA

Um time dedicado de especialistas em segurança ofensiva testa LLMs, agentes autônomos e pipelines RAG usando o OWASP LLM Top 10, o MITRE ATLAS e nossa Promptware Kill Chain.

Cobertura no Brasil e na América Latina

Atendemos organizações no Brasil e na América Latina, com entrega na Europa via Berilo, combinando presença local com o contexto regulatório de cada mercado.

Comprovada em setores regulados

Apoiamos finanças, tecnologia e outros setores regulados onde os sistemas de IA carregam risco material, entregando evidências reproduzíveis e remediação acionável.

Fundamentos

Segurança de LLM

Segurança de LLM é a disciplina que protege grandes modelos de linguagem e a stack que os coloca em produção — prompts de sistema, guardrails, pipelines de retrieval (RAG), chamadas de ferramentas, memória, plugins e as saídas que alimentam sistemas downstream. Diferente de aplicações tradicionais, um LLM não separa dados de instruções: qualquer texto que entra no contexto pode ser interpretado como comando. Isso torna a fronteira de confiança difusa e cria classes de ataque que não existem em software convencional.

Na prática, proteger um LLM significa tratar cada ponto onde texto não confiável encontra o modelo como uma superfície de ataque. Um documento recuperado por RAG, o histórico de conversa, o conteúdo de uma página que o agente navega, o retorno de uma ferramenta — todos podem carregar instruções maliciosas. Por isso a Berghem avalia o sistema de ponta a ponta, e não apenas o modelo isolado: o risco quase sempre está na forma como o modelo é integrado, orquestrado e exposto.

A segurança de LLM se apoia em três frentes complementares. A frente ofensiva — pentest de LLM e Red Team adversarial — exercita o sistema com prompt injection, jailbreaks, extração de prompt de sistema, invocação insegura de ferramentas e entradas adversariais, produzindo provas de exploração reproduzíveis. A frente defensiva reforça guardrails, valida e sanitiza saídas, aplica o princípio do menor privilégio às ferramentas e limita o consumo de recursos. A frente de governança garante que decisões, dados de treinamento e fornecedores sejam rastreáveis e auditáveis.

Cada dimensão pede controles próprios. O tratamento de entrada deve assumir que todo texto no contexto é hostil até prova em contrário. O tratamento de saída deve validar, escapar e nunca executar cegamente o que o modelo devolve. A camada de ferramentas deve conceder o menor conjunto de permissões possível e exigir confirmação para ações sensíveis. Os dados de treinamento e fine-tuning precisam de proveniência verificável para resistir a envenenamento. E o consumo — tokens, chamadas e custo — deve ter limites que evitem abuso e negação de serviço.

O modelo de ameaças de um LLM difere fundamentalmente do de uma API tradicional. Em uma API, a fronteira entre código e dados é rígida e conhecida; em um LLM, essa fronteira é probabilística e depende do próprio conteúdo. Um atacante não precisa de uma falha de memória ou de uma injeção de SQL — basta redigir texto persuasivo o suficiente para que o modelo priorize a instrução maliciosa sobre a política do sistema. Prompt injection indireto agrava o quadro: a carga hostil pode estar em um e-mail, em uma página web, em um PDF ou em um registro de banco de dados que o modelo apenas lê. Por isso a superfície de ataque de um LLM inclui tudo o que pode acabar em seu contexto, e não apenas a interface exposta ao usuário final.

A abordagem da Berghem para segurança de LLM parte de um levantamento de arquitetura e fluxos de dados, seguido de modelagem de ameaças específica para IA usando o OWASP LLM Top 10, o MITRE ATLAS e a Promptware Kill Chain. A partir daí, executamos testes ofensivos direcionados — prompt injection direto e indireto, jailbreaks, extração de prompt de sistema, abuso de ferramentas e RAG poisoning — e documentamos cada exploração com evidência reproduzível. Fechamos o ciclo com recomendações de remediação priorizadas por risco e, quando o cliente deseja, monitoramento contínuo que detecta regressões e novos vetores conforme o sistema evolui. O objetivo não é apenas encontrar falhas, mas deixar o sistema mensuravelmente mais difícil de comprometer.

Tratamento de entrada

Todo texto que chega ao contexto — prompt do usuário, documento RAG, retorno de ferramenta — é tratado como potencialmente hostil, com separação clara entre instruções confiáveis e conteúdo não confiável.

Tratamento de saída

As respostas do modelo são validadas, escapadas e nunca executadas cegamente por sistemas downstream, evitando injeção secundária, XSS e execução indevida de código.

Menor privilégio nas ferramentas

Agentes recebem o menor conjunto de permissões necessário; ações sensíveis exigem confirmação e ficam registradas para auditoria.

Proveniência de dados

Dados de treinamento, fine-tuning e RAG têm origem verificável, reduzindo o risco de envenenamento de dados e de modelo.

Limites de consumo

Cotas de tokens, taxa e custo protegem contra consumo ilimitado, abuso econômico e negação de serviço ao modelo.

Governança e auditabilidade

Decisões, versões de modelo e incidentes são rastreáveis, sustentando conformidade com ISO/IEC 42001, NIST AI RMF e o EU AI Act.

OWASP LLM Top 10 2025

Vulnerabilidades em LLM

As vulnerabilidades mais críticas em LLMs são catalogadas pelo OWASP Top 10 for LLM Applications 2025. A Berghem mapeia cada achado para esses identificadores, priorizando as classes de maior impacto em sistemas de produção.

LLM01

Prompt Injection

Entradas maliciosas — diretas ou indiretas, via documentos, RAG ou ferramentas — sobrescrevem instruções e desviam o comportamento do modelo, contornando guardrails e políticas.

LLM02

Sensitive Information Disclosure

O modelo revela dados sensíveis: PII, segredos, prompt de sistema ou conteúdo proprietário presente no contexto, no treinamento ou nas fontes recuperadas.

LLM04

Data and Model Poisoning

Manipulação de dados de treinamento, fine-tuning ou embeddings insere backdoors e vieses, comprometendo a integridade das respostas de forma difícil de detectar.

LLM06

Excessive Agency

Permissões, autonomia ou funcionalidades excessivas permitem que o modelo execute ações danosas — acessar sistemas, mover dados ou disparar operações — além do pretendido.

LLM10

Unbounded Consumption

Ausência de limites de tokens, taxa e custo abre espaço para negação de serviço ao modelo, abuso econômico e extração de modelo por consultas em massa.

Agentes autônomos

Segurança em agentes de IA

Agentes de IA vão além de responder texto: planejam, decidem e agem — invocando ferramentas, navegando na web, executando código e mantendo memória entre etapas. Cada uma dessas capacidades amplia a superfície de ataque. Um agente comprometido por prompt injection indireto pode exfiltrar dados, encadear chamadas de ferramentas perigosas ou persistir instruções maliciosas em sua memória, transformando uma única entrada hostil em uma cadeia de ações autônomas. Proteger agentes exige menor privilégio por ferramenta, confirmação humana para ações sensíveis, isolamento de memória e registro auditável de cada decisão. Aprofunde-se em segurança em agentes de IA para entender como avaliamos e blindamos sistemas agênticos em produção.

Garantia de qualidade

Segurança IA

Todo provedor de security testing promete encontrar vulnerabilidades. Poucos conseguem garantir que cada achado no relatório é real, explorável e corretamente priorizado — essa é a diferença entre um relatório que gera ação e um relatório que gera retrabalho.

Um único falso positivo que chega ao cliente não é ruído operacional: é erosão de confiança. O cliente perde horas investigando algo que não existe, questiona os outros achados por tabela, e o custo reputacional supera o valor do engagement inteiro. Nossa metodologia parte de uma premissa inegociável — nenhum finding chega ao cliente sem evidência mecânica que o torne defensável.

Para aplicações e APIs tradicionais, o mesmo rigor guia o nosso pentest — o teste de invasão manual da Berghem nos níveis Silver, Gold e Diamond.

O problema

Por que a maioria das avaliações falha

A maioria das ferramentas trata "achado" como uma categoria só. Nós tratamos como quatro problemas distintos — porque cada um destrói valor de um jeito diferente.

FP

Falso Positivo

Achado que não existe no ambiente. Mina a confiança diretamente.

FN

Falso Negativo

Vulnerabilidade real não reportada. O pior cenário: o cliente fica exposto sem saber.

VP-I

Verdadeiro Positivo Irrelevante

A vulnerabilidade existe, mas não é explorável naquele contexto. Operacionalmente, custa o mesmo tempo que um FP.

VP-MP

Verdadeiro Positivo Mal-Priorizado

500 achados reais sem priorização valem, na prática, o mesmo que 500 falsos positivos.

Avaliações genéricas combatem só o FP. Nós tratamos os quatro.

A engenharia

A engenharia por trás da garantia

O diferencial não é uma promessa de marketing — é um pipeline com cinco componentes que trabalham juntos.

01

Perfil de Ambiente do Cliente

Antes de qualquer teste, mapeamos o que está instalado e autorizado por política, quais controles estão ativos e com qual cobertura, como a rede é segmentada e como identidade/MFA estão configurados. É isso que permite distinguir "RustDesk instalado" de "RustDesk autorizado por política, com hash verificado". Sem esse contexto, os dois parecem idênticos.

Regra dura: nenhum achado é finalizado com perfil de confiança abaixo de 60%.
02

Score de Risco de FP (0–100)

Cada finding recebe um score calculado por seis blocos independentes — inventário autorizado, comportamento dos controles ativos, allowlist formal, explorabilidade real no segmento, configuração de identidade/MFA e padrão histórico do setor. O score não decide, ele informa.

< 40 · fluxo padrão40–69 · validação humana> 70 · bloqueado até decisão
03

Decisão do Analista, rastreável

O analista vê o score, as razões que o compõem e quatro opções mapeadas diretamente para a taxonomia: confirmar, rejeitar como FP (com justificativa obrigatória), reclassificar como irrelevante ou reajustar prioridade. Score alto exige justificativa registrada para auditoria.

04

Aprendizado por Setor

Cada decisão alimenta uma base de padrões por setor e porte. O sistema aprende, por exemplo, que um comportamento é legítimo em 80% dos bancos médios, mas em apenas 17% dos hospitais — e aplica esse conhecimento desde o primeiro dia em um cliente novo. A confiança no padrão cresce com volume e decai com o tempo (meia-vida de 18 meses), acompanhando a mudança do cenário.

05

Atualização Automática com Governança

As decisões entram em fila assíncrona, são agregadas a cada 6 horas em staging e só vão a produção após seis gates de qualidade: volume mínimo, diversidade de analistas, diversidade de engagements, detecção de viés individual, consistência temporal e verificação de mudança abrupta. Um monitor diário rebaixa automaticamente regras que começam a divergir do comportamento recente.

Para você

O que isso significa para você

Relatório defensável linha a linha

Cada achado vem com a evidência mecânica que justifica sua presença.

Menos retrabalho do seu time

VP-I e VP-MP são filtrados antes de virarem ticket.

Curva de aprendizado que vira ativo

Quanto mais engagements no seu setor, mais preciso o resultado — sem reconstruir do zero.

Trilha de auditoria completa

Toda decisão registrada, pronta para compliance.

74%Empresas BR usando IA em produção
$234BMercado de AI security até 2032
21Incidentes Promptware 2025–26
57%Atacantes mantêm persistência
Promptware Kill Chain

Sete estágios
Um único framework de ataque

Adaptado da pesquisa de Schneier et al. (2025), nossa Promptware Kill Chain mapeia como adversários reais comprometem sistemas de IA — do prompt injection inicial à exfiltração total.

Permission tiers L1-L5: escalation crossed the sandbox boundary and reached L3 (system prompt)PERMISSION TIERL1 · read-only · safe✓L2 · tool calls · sandboxed✓sandbox boundaryL3 · system prompt⚠ ESCALATEDL4 · admin · file systemL5 · root · destructive
Recon enum: tools, tables and environment variables# recon: tools · data · config$ list_tools()→ search · send_emailread_file · exec_sql$ describe_db()→ users · billingapi_keys · secrets$ env.dump()→ DB_URL=postgres://…→ AWS_KEY=AKIA…→ surface mapped: 4 tools · 4 tables · 2 keys
Stage VII — actions on objective: data exfiltrated, actions performed, estimated impactDATA EXFILTRATED• 12,847 customer records• 47 API credentials• Internal roadmap (Q4 2026)ACTIONS PERFORMED• Email forwarded × 23• Wire transfer authorized × 1• Backdoor planted × 4 systemsEST. IMPACT$2.4M
Padrões de mercado

Alinhados com o que importa

OWASP LLM Top 10MITRE ATLASNIST AI RMFISO 42001Promptware Kill Chain

Aprofunde em segurança de IA

Frentes especializadas para proteger e governar sistemas de IA.

Perguntas Frequentes

O que é um pentest de IA/LLM?
Um pentest de IA/LLM é uma avaliação estruturada de segurança sobre sistemas de grandes modelos de linguagem e a infraestrutura ao redor deles. Diferente de pentests tradicionais, que miram código e servidores, um pentest de IA avalia a lógica de tratamento de prompts, guardrails, chamadas de ferramentas, pipelines de retrieval (RAG), memória, saídas do modelo e toda a stack que expõe o modelo. A Berghem testa usando o OWASP LLM Top 10, MITRE ATLAS e nossa Promptware Kill Chain proprietária, explorando prompt injection, jailbreaks, vazamento de dados, roubo de modelo, invocação insegura de ferramentas e entradas adversariais, com provas de exploração reproduzíveis.
O que é a Promptware Kill Chain?
A Promptware Kill Chain é um framework de ataque em 7 estágios baseado na pesquisa de Schneier et al. (2025) e adaptado pela Berghem para uso ofensivo prático, modelando como adversários comprometem sistemas de IA — do acesso inicial via prompt injection ou plugins maliciosos à escalada de privilégio, reconhecimento, persistência, comando e controle, movimentação lateral e ações sobre o objetivo. Validamos o framework após documentar 21 incidentes reais de promptware em 2025–2026, dos quais 15 apresentaram quatro ou mais estágios e 57% mantiveram persistência ativa. Ele oferece aos defensores uma linguagem comum para descrever ataques a IA e à Berghem uma metodologia repetível para red team.
O OWASP LLM Top 10 é coberto?
Sim. Todo pentest de IA/LLM da Berghem cobre explicitamente o OWASP LLM Top 10 completo, incluindo prompt injection, tratamento inseguro de saída, envenenamento de dados de treinamento, negação de serviço ao modelo, vulnerabilidades de supply chain, divulgação de informações sensíveis, design inseguro de plugins, agency excessiva, overreliance e roubo de modelo. Também mapeamos achados para MITRE ATLAS, NIST AI RMF e ISO 42001 quando aplicável. O cliente recebe uma matriz de cobertura indicando quais técnicas foram exercidas, quais controles resistiram e quais exigem remediação — dando à liderança e à engenharia uma visão inequívoca do risco de IA.
Quanto tempo leva uma avaliação de segurança de IA?
Uma avaliação típica de segurança de IA leva entre duas e seis semanas, dependendo do escopo e da profundidade. Um pentest focado de LLM contra um único chatbot ou pipeline RAG normalmente é concluído em 2–3 semanas. Um exercício abrangente de red team em IA, cobrindo múltiplos agentes, ferramentas e fontes de dados usando toda a Promptware Kill Chain, pode levar 4–6 semanas. Projetos de governança e avaliação de IA — nos quais também revisamos arquitetura, fluxos de dados e posicionamento regulatório — são dimensionados conforme a organização. Sempre acordamos prazos e regras de engajamento antes do início do trabalho.
Vocês ajudam com compliance do EU AI Act?
Sim. A Berghem ajuda organizações a cumprir obrigações regulatórias emergentes em IA, incluindo o EU AI Act, o PL 2338 no Brasil, a ISO/IEC 42001 e o NIST AI RMF. Nossa prática de governança de IA mapeia seus sistemas contra a classificação de risco do EU AI Act — proibido, alto risco, risco limitado e risco mínimo — e identifica os controles técnicos e organizacionais exigidos para cada categoria. Apoiamos gestão de risco, documentação, transparência, supervisão humana, monitoramento pós-mercado e avaliações de conformidade. Para sistemas de alto risco, alinhamos nossos testes ofensivos ao Artigo 15 do EU AI Act.
O que é segurança de LLM?
Segurança de LLM é a disciplina que protege grandes modelos de linguagem e toda a stack ao redor deles — prompt de sistema, guardrails, pipelines de retrieval (RAG), chamadas de ferramentas, memória e saídas — contra ameaças como prompt injection, vazamento de informações sensíveis, envenenamento de dados e agency excessiva. Como um LLM não separa naturalmente dados de instruções, qualquer texto no contexto pode ser interpretado como comando. A Berghem trata cada ponto de entrada de texto não confiável como superfície de ataque e combina pentest de LLM, Red Team adversarial, endurecimento de guardrails e governança para manter o sistema seguro e auditável.
Quais vulnerabilidades afetam LLMs?
As vulnerabilidades mais críticas em LLMs estão catalogadas no OWASP Top 10 for LLM Applications 2025. Entre as de maior impacto estão LLM01 Prompt Injection, LLM02 Sensitive Information Disclosure, LLM04 Data and Model Poisoning, LLM06 Excessive Agency e LLM10 Unbounded Consumption. Também são relevantes tratamento inseguro de saída, vazamento de prompt de sistema, fraquezas em vetores e embeddings, desinformação e riscos de supply chain. A Berghem cobre o OWASP LLM Top 10 completo, mapeia achados para MITRE ATLAS, NIST AI RMF e ISO 42001, e entrega provas de exploração reproduzíveis com uma matriz de cobertura por técnica.
O que é uma empresa de segurança em IA?
Uma empresa de segurança em IA é um fornecedor especializado de cibersegurança que protege sistemas de inteligência artificial e LLM ao longo de todo o ciclo de vida. Em vez de testar apenas código e infraestrutura tradicionais, ela avalia o tratamento de prompts, guardrails, chamadas de ferramentas, recuperação e memória, saídas do modelo e a governança em torno da IA. A Berghem é uma empresa de segurança em IA que combina pentest de IA/LLM, Red Team para IA e governança alinhada à ISO 42001, ao EU AI Act e ao NIST AI RMF, para que as organizações adotem IA sem herdar risco não gerenciado.
Existe uma empresa de segurança em IA no Brasil e na América Latina?
Sim. A Berghem é uma empresa de segurança em IA com sede em São Paulo, Brasil, que atende clientes no Brasil e na América Latina, com entrega na Europa via Berilo. Oferecemos pentest de IA/LLM, Red Team para IA e governança de IA em português, espanhol, inglês e italiano, alinhando cada projeto ao contexto regulatório local — incluindo a LGPD no Brasil e o EU AI Act na Europa — e a normas internacionais como a ISO/IEC 42001 e o NIST AI RMF.
Como uma empresa de segurança em IA difere de uma empresa de pentest tradicional?
Uma empresa de pentest tradicional foca em código, redes e aplicações, usando frameworks como o OWASP Top 10. Uma empresa de segurança em IA acrescenta as classes de falha exclusivas de machine learning e sistemas LLM: prompt injection, jailbreaks, envenenamento de dados, roubo de modelos, uso inseguro de ferramentas e agência excessiva em agentes autônomos. A Berghem testa as duas superfícies, aplicando o OWASP LLM Top 10, o MITRE ATLAS e a Promptware Kill Chain junto à metodologia de pentest convencional, para que a avaliação reflita como os sistemas de IA realmente falham em produção.

Comece sua jornada de segurança de IA

Seja você implantando seu primeiro LLM ou gerenciando IA empresarial em escala, nosso time está pronto para ajudá-lo a protegê-la.

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