Movimentar valor
Transferências, pagamentos, estornos, benefícios, limites e aprovações.
Pentest para instituição financeira é um teste de invasão que simula ataques reais contra bancos, fintechs e cooperativas para encontrar falhas exploráveis em aplicações, APIs, PIX, Open Finance, internet e mobile banking, rede e cloud antes dos criminosos. A Berghem executa com escopo alinhado a BACEN 4.893/538, PCI DSS e DORA, com relatório executivo e retest incluso.
O pentest para bancos e fintechs da Berghem segue OWASP (WSTG, ASVS e API Security Top 10), PTES e NIST SP 800-115, combinando análise manual e automação para encadear falhas até demonstrar impacto de negócio: movimentar valor, acessar dados de outro cliente ou contornar controles antifraude.
O escopo típico cobre aplicações web, APIs REST e GraphQL, integrações PIX e Open Finance, internet e mobile banking, rede interna e perímetro, e ambientes cloud (AWS, Azure e GCP). Cada frente é testada com identidades sintéticas e sem operações irreversíveis.
Entregáveis: relatório executivo com classificação de risco por CVSS, relatório técnico com evidências reproduzíveis e orientação de correção, e retest das correções incluso. É o mesmo formato do nosso pentest para instituições financeiras alinhado às exigências do Banco Central.
Bancos e fintechs estão na intersecção de pressão regulatória, adversários sofisticados e exigências de disponibilidade 24/7. Uma violação é medida em multas regulatórias, churn de clientes e risco sistêmico — não apenas downtime.
Para instituições reguladas e meios de pagamento, veja também a consultoria de segurança cibernética para o setor financeiro, com pentest, Red Team e adequação às resoluções do BACEN.
Mais de 80% do trabalho histórico da Berghem foi dedicado ao setor financeiro, nos dando profundidade incomparável em segurança de pagamentos, infraestrutura bancária e proteção fintech.
Análise abrangente de sistemas de processamento de pagamentos incluindo tokenização, criptografia e segurança do fluxo de transações.
Avaliação de segurança de implementações de chip EMV, sistemas de pagamento contactless e segurança de transações com cartão presente.
Testes de segurança de terminais de ponto de venda, análise de firmware e avaliação de segurança física de dispositivos de pagamento.
Testes de segurança de hardware e software de ATM, prevenção de jackpotting, detecção de skimmers e avaliação de segurança de rede.
Avaliação e testes de sistemas de detecção de fraude, regras de monitoramento de transações e plataformas de análise comportamental.
Auditoria de segurança de sistemas de votação eletrônica, processamento de cédulas, tabulação de resultados e verificabilidade ponta a ponta.
Bypass EMV, ATM jackpotting, malware POS, clonagem de tarja magnética.
Roubo de tokens, abuso de escopo, BOLA/IDOR em APIs PIX e Open Finance.
Evasão de análise comportamental, redes de mulas, identidades sintéticas.
Abuso de acesso privilegiado, exfiltração deliberada de dados.
Dupla extorsão visando pregão e operações de tesouraria.
Comprometimento via integrações SWIFT, provedores KYC, CIs.
No Brasil, a Resolução CMN 4.893/2021 (atualizada pela CMN 5.274/2025) e a Resolução BCB 538/2025 exigem teste de intrusão anual executado por profissionais independentes, com plano de ação e evidências mantidas à disposição do BCB. Veja a página de Adequação à Resolução BACEN 4893 para o detalhamento dos requisitos.
Quem armazena, processa ou transmite dados de cartão precisa atender ao PCI DSS, que exige pentest interno e externo ao menos anual e após mudanças significativas. Na Europa, o DORA (Regulamento UE 2022/2554) exige testes de resiliência operacional digital, incluindo TLPT (threat-led penetration testing) para entidades designadas, e o EU AI Act impõe obrigações de gestão de risco a sistemas de IA de alto risco, como avaliação de crédito.
A Berghem desenha o escopo para que um único ciclo de pentest e Red Team gere evidências reaproveitáveis nos quatro regimes, com relatório executivo e retest incluso — no Brasil e, via Berilo, na Europa.
No setor financeiro, uma exposição pode combinar tecnologia, regra de negócio, processo, identidade e pressão regulatória.
Transferências, pagamentos, estornos, benefícios, limites e aprovações.
Informações de outro cliente, dados regulados, extratos e documentos.
Segregação de funções, antifraude, autenticação e reconciliação.
Processos críticos, canais, tesouraria, liquidação e atendimento.
O agente pode observar a interface, formular uma hipótese, testar uma API dentro do escopo e confirmar o impacto na jornada.
Estados e permissões mudam ao longo da jornada.
Fluxos sensíveis podem existir mesmo sem falha tradicional.
A evidência precisa ser compreensível para Segurança e Negócio.
PCI, Open Finance, requisitos do Banco Central, LGPD e controles internos ajudam a definir limites, evidências e prioridades.
Autenticação, autorização, antifraude, segregação, monitoramento e resposta.
Aprovação, reconciliação, exceções, atendimento e recuperação de conta.
Impacto, reprodução, trilha de ações, recomendação e reteste.
Enquanto o pentest mede a exposição de um sistema, o Red Team mede a capacidade de detecção e resposta da instituição inteira. Simulamos um adversário com objetivo definido — fraude, acesso a dados regulados ou interrupção de um canal — com técnicas mapeadas no MITRE ATT&CK e regras de engajamento acordadas com o CISO.
O exercício combina phishing e engenharia social, intrusão externa, movimentação lateral, abuso de identidades e de integrações com terceiros. O Red Team para instituições financeiras da Berghem também cobre modelos e agentes de IA usados em crédito, antifraude e atendimento, onde prompt injection e vazamento de dados abrem novas rotas de fraude.
O resultado é uma linha do tempo do ataque, os pontos em que a detecção falhou e um plano priorizado de melhoria para o time de defesa. Conheça o serviço completo de Red Team adversarial.
O EHT (Ethical Hacking Test) é o formato de pentest para o setor financeiro da Berghem, em três níveis. Silver cobre uma superfície delimitada — uma aplicação, uma API ou um segmento de rede — com testes OWASP Top 10, relatório executivo e 1 retest em até 30 dias.
Gold amplia para OWASP ASVS Nível 2, modelagem de ameaças STRIDE e análise de lógica de negócio — o nível mais comum para internet banking, PIX e Open Finance — com 2 retests em até 90 dias. Diamond cobre OWASP ASVS Nível 3, análise profunda de fraudes e lógica de negócio, análise assistida por código-fonte, mapeamento de conformidade (PCI DSS, ISO 27001) e retests ilimitados por 6 meses.
Instituições reguladas costumam combinar um EHT Gold ou Diamond anual com testes direcionados a cada release relevante, para que a evidência acompanhe o risco real do ambiente. Para começar, contrate uma empresa de pentest com escopo alinhado ao BACEN e ao PCI DSS.
Frentes especializadas para bancos, fintechs e meios de pagamento.
Guias sobre custo de violação, conformidade BACEN e gestão de vulnerabilidades.
Fale com um consultor sênior sobre um pentest, um projeto PCI ou um modelo de ameaça de Open Finance sob medida para a sua instituição.