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Governo e Defesa

A Berghem realiza teste de invasão para órgãos públicos, autarquias e contratantes de defesa, cobrindo portais ao cidadão, APIs de interoperabilidade e bases cadastrais. Alinhamos as diretrizes do GSI/PR e da PNSI, a E-Ciber (Decreto 10.222/2020), a Lei 14.129/2021 e a Lei 14.133/2021, entregando evidências que priorizam correção sem interromper serviços essenciais.

Foco Setorial

Por que governo precisa de segurança especializada

Agências públicas e contratantes de defesa enfrentam ameaças do nível APT e reconhecimento contínuo. A conformidade é multicamadas e nacional: a PNSI e as diretrizes do GSI/PR, a E-Ciber (Decreto 10.222/2020), a Lei 14.129/2021 (Governo Digital) e a Lei 14.133/2021 estruturam requisitos que nenhum programa genérico cobre.

Realidade do Setor
72%
dos ataques estatais visam governo ou defesa
$8,75M
custo médio de violação no setor público
~21
grupos APT documentados visando governos da LATAM
4×
aumento em ataques ao setor público desde 2020
Principais Ameaças

Por que governo precisa de segurança especializada

Campanhas APT patrocinadas por Estados

Intrusões prolongadas visando dados classificados e políticas.

Comprometimento de cadeia de suprimentos

Pivoting de fornecedores e contratantes para redes de agências.

Ameaça interna e abuso de privilégios

Pessoal credenciado, roubo de credenciais, movimento lateral.

Integridade eleitoral e e-voting

Integridade de tabulação, adulteração de cadastros, auditabilidade ponta-a-ponta.

Ransomware em serviços públicos

Serviços municipais, tribunais e cartórios sequestrados.

Vazamento de dados de cidadãos

Exposição em massa de cadastros e programas de benefícios.

Como Ajudamos

Para começar, contrate uma empresa de pentest com escopo alinhado à LGPD e às normas do setor público.

Conformidade e Frameworks
Padrão exige teste de invasão ou avaliação de segurança
FAQ

Perguntas frequentes sobre segurança no setor público

O que um teste de invasão para o setor público cobre?
Cobrimos portais de serviços ao cidadão, sistemas de processos e protocolos, APIs de interoperabilidade (gov.br), bases cadastrais e a infraestrutura que sustenta serviços essenciais. Encadeamos falhas até demonstrar acesso indevido a dados de cidadãos ou interrupção de serviços, sempre com dados sintéticos e janelas acordadas.
Quais normas de segurança se aplicam a órgãos públicos no Brasil?
Órgãos federais seguem a Política Nacional de Segurança da Informação (PNSI) e as diretrizes do GSI/PR, além da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (E-Ciber), instituída pelo Decreto 10.222/2020. Somam-se a Lei 14.129/2021 (Governo Digital), a Lei 14.133/2021 e a LGPD.
Como a Lei 14.133/2021 e a Lei 14.129/2021 influenciam a contratação de segurança?
A Lei 14.133/2021 estrutura licitações e contratos da administração pública, e a Lei 14.129/2021 orienta a transformação digital do governo. Ambas reforçam requisitos de segurança e proteção de dados em serviços digitais, o que torna o teste de invasão evidência útil em processos de contratação e conformidade.
Vocês testam sem interromper serviços públicos essenciais?
Sim. Planejamos escopo, janelas e limites com as equipes de TI do órgão, priorizando ambientes de homologação para ações intrusivas e dados sintéticos em produção. O objetivo é evidência reproduzível com impacto claro, sem indisponibilidade dos serviços de que o cidadão depende.
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