Segurança Cibernética para Bancos, Fintechs e Instituições Financeiras
Segurança cibernética para instituições financeiras é o conjunto de testes ofensivos, avaliação de risco e adequação regulatória que protege bancos, fintechs e cooperativas contra fraudes, vazamentos e ataques. No Brasil, envolve as resoluções do BACEN/CMN sobre segurança cibernética — incluindo a 4.893 —, Open Finance, PIX, PCI DSS e LGPD.
Segurança cibernética para bancos
Segurança cibernética para bancos combina testes de invasão, monitoramento contínuo e adequação regulatória sobre o core banking, os canais digitais e a malha de integrações. No Brasil, o ponto de partida são as resoluções do BACEN/CMN sobre segurança cibernética, incluindo a Resolução Conjunta nº 4.893, que orientam política de segurança, resposta a incidentes e requisitos para contratação de serviços em nuvem.
A Berghem avalia autenticação e autorização, segregação de ambientes, exposição de APIs e a operação do SOC, além de exercícios de Red Team que simulam fraude e comprometimento de contas. Também acompanhamos iniciativas como o DREX, que ampliam a superfície de ataque de liquidação e custódia digital.
No core banking, o foco recai sobre a lógica de negócio: abertura de contas, concessão de crédito, transferências e liquidação, onde falhas de autorização podem gerar fraude sem explorar nenhuma vulnerabilidade técnica clássica. A Berghem combina pentest de aplicação e API, revisão de configuração e exercícios de Red Team que encadeiam acesso inicial, movimentação lateral e abuso de privilégios, simulando o comportamento de um adversário real. Também avaliamos a malha de integrações com adquirentes, bureaus e provedores, um ponto recorrente de exposição em ambientes bancários que crescem por aquisição e parcerias.
Para uma visão setorial completa, com casos de uso e cenários de ataque, veja também nosso pentest para bancos e fintechs.
Instituições autorizadas pelo Banco Central precisam atender aos requisitos de Adequação à Resolução BACEN 4893, com pentest anual e plano de ação documentado.
Segurança cibernética para fintechs
Fintechs precisam demonstrar segurança para reguladores, parceiros bancários e clientes desde o primeiro dia. O trabalho cobre o licenciamento como instituição de pagamento (IP), sociedade de crédito direto (SCD) e modelos Banking as a Service (BaaS), com foco em Open Finance, PIX e nas trilhas de dados sensíveis exigidas por essas operações.
Como a maioria nasce em nuvem, priorizamos pentest de aplicações e APIs, revisão de configuração de cloud, esteiras de DevSecOps e gestão de segredos. O objetivo é reduzir risco sem travar o ritmo de lançamento — segurança que acompanha a velocidade do produto.
Em fintechs, a velocidade de lançamento é vantagem competitiva e também fonte de risco. Esteiras de CI/CD, ambientes multi-conta em nuvem e uso intenso de APIs de terceiros ampliam a superfície de ataque a cada release. A Berghem integra segurança ao ciclo de desenvolvimento com práticas de DevSecOps: revisão de código, análise de dependências, testes de segurança automatizados no pipeline e gestão de segredos. Para operações reguladas como IP, SCD e BaaS, alinhamos os testes às exigências de Open Finance e PIX, demonstrando aos parceiros bancários que a operação atende aos requisitos de segurança e privacidade.
Instituições financeiras e cooperativas
Cooperativas de crédito, corretoras, seguradoras e demais instituições financeiras enfrentam os mesmos requisitos regulatórios com equipes e orçamentos menores. Nesses casos, a prioridade é mapear risco por ativo crítico e direcionar o investimento para os testes de maior impacto.
A Berghem apoia a gestão de risco de terceiros (TPRM) sobre fornecedores e provedores de tecnologia, planos de continuidade e resposta a incidentes, e ciclos recorrentes de avaliação que sustentam a conformidade ao longo do tempo, não apenas em auditorias pontuais.
Cooperativas e instituições de menor porte se beneficiam de um programa de segurança faseado, que distribui o investimento ao longo do tempo em vez de concentrá-lo em um único teste anual. A Berghem estrutura ciclos de avaliação recorrentes, retestes de correção e acompanhamento de indicadores, de modo que a conformidade regulatória seja sustentada continuamente. Esse modelo também apoia a gestão de risco de terceiros, já que boa parte da tecnologia dessas instituições é fornecida por integradores e provedores de software especializados.
Independentemente do porte, o denominador comum é a rastreabilidade: demonstrar a reguladores e auditores que os riscos foram identificados, priorizados e tratados. A Berghem organiza os achados em linguagem alinhada aos frameworks aplicáveis — resoluções do BACEN/CMN, PCI DSS, LGPD e ISO 27001 — de modo que o mesmo trabalho técnico sirva tanto à melhoria real da segurança quanto à evidência formal de conformidade exigida em processos de auditoria e due diligence.
Meios de pagamento, EMV, ATM e POS
A segurança de meios de pagamento protege as transações desde o cartão até a liquidação. A Berghem testa fluxos de autorização, chip EMV, terminais POS, ATMs, sistemas antifraude e auditoria de votação eletrônica, detalhados nos cenários abaixo. Para adequação PCI aprofundada, veja também segurança em meios de pagamento.
A cadeia de pagamentos concentra alguns dos ativos mais sensíveis do setor: dados de portador, chaves criptográficas e a comunicação entre terminal, adquirente e emissor. A Berghem testa esses componentes ponta a ponta — do hardware do terminal e do firmware embarcado até os protocolos de autorização e os controles antifraude que decidem cada transação. Os cenários abaixo detalham como avaliamos EMV, POS, ATM, motores de fraude e auditoria de votação eletrônica, sempre correlacionando as descobertas com os requisitos de PCI DSS aplicáveis a cada ambiente.
Na avaliação de terminais e caixas eletrônicos, combinamos análise de hardware, engenharia reversa de firmware e testes de protocolo para reproduzir cenários como manipulação de fluxo de autorização, ataques de relay e fraudes de dispensação. Já nos sistemas antifraude, medimos a eficácia de regras e modelos frente a padrões de card-not-present, account takeover e identidades sintéticas, ajudando a calibrar a detecção sem elevar excessivamente a fricção para clientes legítimos.
Análise de Pagamentos
Análise abrangente de sistemas de processamento de pagamentos incluindo tokenização, criptografia e segurança do fluxo de transações.
Testes EMV
Avaliação de segurança de implementações de chip EMV, sistemas de pagamento contactless e segurança de transações com cartão presente.
Segurança de POS
Testes de segurança de terminais de ponto de venda, análise de firmware e avaliação de segurança física de dispositivos de pagamento.
Segurança de ATM
Testes de segurança de hardware e software de ATM, prevenção de jackpotting, detecção de skimmers e avaliação de segurança de rede.
Sistemas Antifraude
Avaliação e testes de sistemas de detecção de fraude, regras de monitoramento de transações e plataformas de análise comportamental.
Auditoria de Votação Eletrônica
Auditoria de segurança de sistemas de votação eletrônica, processamento de cédulas, tabulação de resultados e verificabilidade ponta a ponta.
Expertise em Compliance Financeiro
Frentes para o setor financeiro
Serviços especializados para instituições reguladas e meios de pagamento.
Perguntas Frequentes
O que é segurança cibernética para bancos?
Como o BACEN exige testes de segurança em instituições financeiras?
Segurança cibernética para instituições financeiras inclui Open Finance e PIX?
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