Independência demonstrável
Execução por profissionais independentes das equipes que desenvolvem e operam os sistemas avaliados, com essa separação registrada.
A Resolução CMN nº 5.274/2025 e a Resolução BCB nº 538/2025 elevaram o patamar de segurança cibernética exigido de quem é autorizado a funcionar pelo Banco Central — incluindo teste de intrusão anual, executado por profissionais independentes, com evidências à disposição do supervisor.
Adequação BACEN em segurança cibernética é o conjunto de políticas, controles técnicos e evidências que uma instituição autorizada pelo Banco Central precisa manter sob a Resolução CMN nº 5.274/2025 — que altera a Resolução CMN nº 4.893/2021 — e sob a Resolução BCB nº 538/2025: teste de intrusão anual independente, resposta a incidentes, gestão de terceiros e regras para computação em nuvem.
Na prática, a supervisão deixou de aceitar apenas a existência de uma política. O que passa a ser cobrado é a evidência: relatórios de teste, vulnerabilidades identificadas, plano de ação, responsáveis, prazos e comprovação de que a correção foi aplicada e revalidada.
Cada item abaixo corresponde a uma exigência do arcabouço de segurança cibernética do BACEN e ao serviço Berghem que produz a evidência correspondente.
Pentest executado por equipe externa às áreas que desenvolvem e operam os sistemas testados, com escopo, metodologia e resultados documentados.
Identificação, classificação por risco, plano de ação com responsáveis e prazos, e reteste que comprova a correção.
Revisão da política, dos controles mínimos e da trilha documental que a instituição precisa apresentar ao supervisor.
Construção, teste e exercício do plano de resposta, com trilha de auditoria, comunicação e lições aprendidas.
Avaliação de fornecedores e de sistemas de terceiros executados com recursos computacionais da própria instituição.
Controles de segurança em APIs, hardening, gestão de certificados digitais e integração de segurança ao ciclo de desenvolvimento.
Monitoramento de Internet, deep web e dark web por vazamento de credenciais, certificados e dados da instituição.
Phishing, vishing e simulações de engenharia social que testam autenticação, controles e resposta na prática.
Avaliação de isolamento de ambientes críticos, controle de chaves privadas e segurança de pagamentos e liquidação.
Um relatório genérico não sustenta uma inspeção. O que a supervisão espera encontrar é uma trilha completa, do escopo à comprovação da correção.
Execução por profissionais independentes das equipes que desenvolvem e operam os sistemas avaliados, com essa separação registrada.
Sistemas, ambientes e interfaces cobertos, com critério técnico explícito para o que entrou e o que ficou fora do escopo.
Vulnerabilidades classificadas por risco, com reprodução, impacto de negócio, recomendação, responsável e prazo de correção.
Comprovação de que a remediação foi aplicada e revalidada, em formato que sobrevive a uma inspeção anos depois.
A Berghem nasceu em 2003 e construiu a maior parte da sua história dentro de bancos, adquirentes, processadoras e fintechs.
Segurança ofensiva é o core da operação, não uma linha acessória: pentest, red team, EMV, POS, ATM, Pix e Open Finance.
Relatórios construídos para dois públicos ao mesmo tempo: quem corrige o sistema e quem responde ao regulador.
Operação em São Paulo e, via Berilo, em Bergamo — cobrindo instituições com exposição regulatória no Brasil e na Europa.
Fale com um consultor sênior sobre o teste de intrusão anual independente, o pacote de evidências e o plano de remediação exigidos pelas Resoluções CMN 5.274 e BCB 538.