Empresa de Threat Intelligence
A Berghem é uma empresa de threat intelligence sediada em São Paulo. Transformamos sinais dispersos em decisões de defesa: monitoramento contínuo da dark web, threat hunting proativo e inteligência nos quatro tipos — estratégico, operacional, tático e técnico — contextualizada ao seu ambiente e validada contra telemetria real.
O que o serviço de threat intelligence da Berghem entrega?
Inteligência operacional, não relatórios soltos. Combinamos monitoramento contínuo da dark web com caça proativa em ambientes corporativos — hipóteses adversariais validadas contra o ambiente real, com engenharia de detecção sob demanda. Cada indicador vira regra de detecção, prioridade de correção ou hipótese de caça, para que a inteligência gere ação em vez de virar um PDF esquecido.
Linhas de atuação
Cada frente com método, ferramental e indicadores próprios.
Monitoramento contínuo da dark web para detecção de exposições de dados, credenciais vazadas e ofertas direcionadas à organização em fóruns e mercados clandestinos.
Inteligência de ameaças (atores, TTPs e motivação) contextualizada ao setor, somada à caça proativa em telemetria de EDR, SIEM, identidade e cloud — com engenharia de detecção sob demanda.
O que é threat intelligence?
Threat intelligence é o processo de coletar, processar e analisar dados sobre adversários — quem são, o que buscam e como operam — para transformar sinais dispersos em decisões de defesa. Na Berghem, a inteligência é operacional: cada indicador vira uma detecção, uma prioridade de correção ou uma hipótese de caça validada contra o seu ambiente real.
Quais são os quatro tipos de threat intelligence?
São quatro tipos, do mais amplo ao mais técnico: estratégico, operacional, tático e técnico. O estratégico orienta a liderança sobre risco e tendências; o operacional descreve campanhas e atores ativos; o tático detalha as TTPs de ataque; e o técnico entrega indicadores de comprometimento prontos para bloqueio e detecção.
- Estratégico — Visão de alto nível sobre atores, motivações e tendências setoriais para decisões de investimento e priorização de risco pela liderança.
- Operacional — Contexto sobre campanhas ativas, infraestrutura e intenção dos adversários que miram o seu setor ou a sua organização.
- Tático — TTPs mapeadas em MITRE ATT&CK — como o adversário obtém acesso, se move lateralmente e persiste — para orientar detecção e resposta.
- Técnico — Indicadores de comprometimento (IOCs): hashes, domínios, IPs e URLs prontos para alimentar SIEM, EDR e firewalls.
Como funciona o ciclo de inteligência de ameaças?
A inteligência segue um ciclo contínuo de seis fases: direção, coleta, processamento, análise, disseminação e feedback. Cada volta refina as prioridades da anterior, transformando requisitos de negócio em produtos de inteligência acionáveis e medindo se eles realmente reduziram risco.
- Direção — definição de requisitos e das perguntas de inteligência que importam para o negócio.
- Coleta — obtenção de dados de fontes abertas, dark web, telemetria interna e feeds especializados.
- Processamento — normalização, deduplicação e enriquecimento dos dados brutos coletados.
- Análise — correlação e interpretação que separam ruído de ameaça real e geram hipóteses.
- Disseminação — entrega do produto certo ao público certo: liderança, SOC ou equipes técnicas.
- Feedback — avaliação da utilidade da inteligência e ajuste dos requisitos para o próximo ciclo.
O que o dark web monitoring detecta?
O monitoramento contínuo da dark web identifica credenciais vazadas, bases de dados expostas, menções à marca e ofertas direcionadas em fóruns e mercados clandestinos. Detectar uma credencial corporativa à venda antes que seja usada encurta a janela entre exposição e exploração — o objetivo central do serviço.
Como o threat hunting proativo complementa o monitoramento?
Enquanto o monitoramento observa o exterior, o threat hunting parte de hipóteses adversariais e as valida contra a telemetria interna — EDR, SIEM, identidade e cloud. Em vez de esperar um alerta, a equipe procura evidências de comprometimento que passaram despercebidas, com engenharia de detecção sob demanda para fechar as lacunas encontradas.
Threat intelligence para empresas no Brasil
A Berghem opera de São Paulo com equipe própria, contextualizando a inteligência ao cenário de ameaças brasileiro e latino-americano — dos grupos de ransomware que miram o setor financeiro às fraudes contra Pix e Open Finance. O produto de inteligência dá suporte a exigências regulatórias, incluindo as resoluções do BACEN/CMN sobre segurança cibernética, e alimenta diretamente as equipes de resposta e correção.
Os quatro tipos
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre threat intelligence e threat hunting?
O monitoramento de dark web é contínuo?
Quais fontes alimentam o serviço de inteligência?
Como a inteligência se conecta à resposta a incidentes?
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