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09 · Threat Intelligence

Empresa de Threat Intelligence

A Berghem é uma empresa de threat intelligence sediada em São Paulo. Transformamos sinais dispersos em decisões de defesa: monitoramento contínuo da dark web, threat hunting proativo e inteligência nos quatro tipos — estratégico, operacional, tático e técnico — contextualizada ao seu ambiente e validada contra telemetria real.

O que o serviço de threat intelligence da Berghem entrega?

Inteligência operacional, não relatórios soltos. Combinamos monitoramento contínuo da dark web com caça proativa em ambientes corporativos — hipóteses adversariais validadas contra o ambiente real, com engenharia de detecção sob demanda. Cada indicador vira regra de detecção, prioridade de correção ou hipótese de caça, para que a inteligência gere ação em vez de virar um PDF esquecido.

Linhas de atuação

Cada frente com método, ferramental e indicadores próprios.

Dark Web Monitoring

Monitoramento contínuo da dark web para detecção de exposições de dados, credenciais vazadas e ofertas direcionadas à organização em fóruns e mercados clandestinos.

Threat Intelligence e Threat Hunting

Inteligência de ameaças (atores, TTPs e motivação) contextualizada ao setor, somada à caça proativa em telemetria de EDR, SIEM, identidade e cloud — com engenharia de detecção sob demanda.

O que é threat intelligence?

Threat intelligence é o processo de coletar, processar e analisar dados sobre adversários — quem são, o que buscam e como operam — para transformar sinais dispersos em decisões de defesa. Na Berghem, a inteligência é operacional: cada indicador vira uma detecção, uma prioridade de correção ou uma hipótese de caça validada contra o seu ambiente real.

Quais são os quatro tipos de threat intelligence?

São quatro tipos, do mais amplo ao mais técnico: estratégico, operacional, tático e técnico. O estratégico orienta a liderança sobre risco e tendências; o operacional descreve campanhas e atores ativos; o tático detalha as TTPs de ataque; e o técnico entrega indicadores de comprometimento prontos para bloqueio e detecção.

  • Estratégico — Visão de alto nível sobre atores, motivações e tendências setoriais para decisões de investimento e priorização de risco pela liderança.
  • Operacional — Contexto sobre campanhas ativas, infraestrutura e intenção dos adversários que miram o seu setor ou a sua organização.
  • Tático — TTPs mapeadas em MITRE ATT&CK — como o adversário obtém acesso, se move lateralmente e persiste — para orientar detecção e resposta.
  • Técnico — Indicadores de comprometimento (IOCs): hashes, domínios, IPs e URLs prontos para alimentar SIEM, EDR e firewalls.

Como funciona o ciclo de inteligência de ameaças?

A inteligência segue um ciclo contínuo de seis fases: direção, coleta, processamento, análise, disseminação e feedback. Cada volta refina as prioridades da anterior, transformando requisitos de negócio em produtos de inteligência acionáveis e medindo se eles realmente reduziram risco.

  • Direção — definição de requisitos e das perguntas de inteligência que importam para o negócio.
  • Coleta — obtenção de dados de fontes abertas, dark web, telemetria interna e feeds especializados.
  • Processamento — normalização, deduplicação e enriquecimento dos dados brutos coletados.
  • Análise — correlação e interpretação que separam ruído de ameaça real e geram hipóteses.
  • Disseminação — entrega do produto certo ao público certo: liderança, SOC ou equipes técnicas.
  • Feedback — avaliação da utilidade da inteligência e ajuste dos requisitos para o próximo ciclo.

O que o dark web monitoring detecta?

O monitoramento contínuo da dark web identifica credenciais vazadas, bases de dados expostas, menções à marca e ofertas direcionadas em fóruns e mercados clandestinos. Detectar uma credencial corporativa à venda antes que seja usada encurta a janela entre exposição e exploração — o objetivo central do serviço.

Como o threat hunting proativo complementa o monitoramento?

Enquanto o monitoramento observa o exterior, o threat hunting parte de hipóteses adversariais e as valida contra a telemetria interna — EDR, SIEM, identidade e cloud. Em vez de esperar um alerta, a equipe procura evidências de comprometimento que passaram despercebidas, com engenharia de detecção sob demanda para fechar as lacunas encontradas.

Threat intelligence para empresas no Brasil

A Berghem opera de São Paulo com equipe própria, contextualizando a inteligência ao cenário de ameaças brasileiro e latino-americano — dos grupos de ransomware que miram o setor financeiro às fraudes contra Pix e Open Finance. O produto de inteligência dá suporte a exigências regulatórias, incluindo as resoluções do BACEN/CMN sobre segurança cibernética, e alimenta diretamente as equipes de resposta e correção.

Os quatro tipos

EstratégicoLiderança
OperacionalCampanhas
TáticoTTPs
TécnicoIOCs

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre threat intelligence e threat hunting?
Threat intelligence coleta e analisa dados sobre adversários para gerar contexto e indicadores; threat hunting usa esse contexto para procurar ativamente sinais de comprometimento na sua telemetria interna. Um alimenta o outro: a inteligência levanta hipóteses, e a caça as valida contra o ambiente real.
O monitoramento de dark web é contínuo?
Sim. O monitoramento é contínuo, não pontual. Fóruns, mercados e canais clandestinos são acompanhados de forma permanente para detectar credenciais vazadas, dados expostos e menções à sua organização assim que aparecem, encurtando a janela entre exposição e exploração.
Quais fontes alimentam o serviço de inteligência?
Combinamos fontes abertas (OSINT), monitoramento de dark web, telemetria interna do cliente — EDR, SIEM, identidade e cloud — e feeds especializados. Os dados passam pelo ciclo de inteligência: são processados, correlacionados e analisados antes de virarem produtos acionáveis para cada público.
Como a inteligência se conecta à resposta a incidentes?
Os indicadores e TTPs produzidos alimentam diretamente a detecção e a resposta: viram regras de SIEM e EDR, prioridades de correção e playbooks de contenção. Quando um incidente ocorre, o contexto de inteligência acelera a identificação do vetor e do escopo do comprometimento.

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