Reconhecimento do ecossistema
Mapeamento das interfaces expostas, do papel da instituição (transmissora, receptora ou iniciadora) e da superfície de ataque no diretório de participantes.
Segurança em Open Finance é o conjunto de testes que comprova a resistência de APIs, autenticação e consentimento no ecossistema regulado pelo Banco Central. A Berghem avalia FAPI, mTLS, Dynamic Client Registration (DCR) e a jornada de consentimento contra abuso, vazamento de dados e fraude na iniciação de pagamento.
É a avaliação técnica dos controles que protegem o compartilhamento de dados e a iniciação de pagamentos entre instituições participantes. Concentra-se nas APIs, na autenticação FAPI, na criptografia mútua (mTLS), no registro dinâmico de clientes (DCR) e na integridade do fluxo de consentimento do usuário.
Instituições participantes — bancos, fintechs, iniciadoras de pagamento e agregadores — respondem pela segurança das interfaces que expõem e consomem. A Berghem testa cada camada do padrão Open Finance Brasil como um adversário faria: forjando tokens, reutilizando consentimentos, escalando escopos e explorando falhas de lógica na jornada de pagamento, sempre dentro do escopo autorizado.
O Open Finance Brasil transformou a segurança de APIs em um problema de todo o ecossistema. Uma única instituição participante que exponha uma interface mal protegida amplia a superfície de ataque de todos os demais participantes conectados a ela. Diferente de uma integração ponto a ponto, aqui os dados sensíveis e a capacidade de iniciar pagamentos circulam por dezenas de contrapartes, e a confiança é sustentada por criptografia, certificados e um padrão de autenticação rígido — não por um perímetro de rede.
Isso significa que falhas clássicas de autorização em APIs ganham impacto sistêmico: um token mal validado, um consentimento que não expira ou um cliente registrado indevidamente podem expor dados financeiros de milhares de titulares ou permitir a iniciação fraudulenta de pagamentos. Por isso tratamos o teste de invasão de Open Finance como uma extensão do programa de segurança do setor financeiro, e não como um exercício isolado sobre uma única API.
Do handshake de certificado ao consentimento revogado, avaliamos os controles que o padrão exige — e os pontos onde a implementação costuma falhar.
Teste de invasão das interfaces de dados e pagamento contra o OWASP API Security Top 10, com foco em autorização quebrada (BOLA/BFLA), validação de assinatura e conformidade com o perfil FAPI.
Validação da autenticação mútua TLS, da cadeia de certificados do diretório e dos sender-constrained tokens que amarram o access token ao certificado do cliente.
Análise do registro dinâmico de clientes (DCR), gestão de software statements e do ciclo de vida do cliente — onde o abuso de registro abre porta para acesso não autorizado.
Teste da jornada de consentimento — criação, escopo, expiração e revogação — e da aderência à LGPD no compartilhamento de dados pessoais entre participantes.
Avaliação da segurança de pagamentos — abuso de lógica de negócio, manipulação de valor e beneficiário, e fraude na jornada de iniciação (Pix e demais arranjos).
Alinhamento com o arcabouço de segurança cibernética do Banco Central e do CMN aplicável às instituições financeiras, com evidências prontas para auditoria.
Um teste de invasão orientado ao padrão Open Finance Brasil, combinando testes automatizados de conformidade FAPI com exploração manual de lógica.
Mapeamento das interfaces expostas, do papel da instituição (transmissora, receptora ou iniciadora) e da superfície de ataque no diretório de participantes.
Execução de suítes de conformidade FAPI e verificação de PKCE, PAR, JARM e sender-constrained tokens, além dos requisitos de assinatura de mensagem.
Ataques de autorização, reutilização de consentimento, escalonamento de escopo, replay de token e manipulação da jornada de pagamento conduzidos manualmente.
Relatório com CVSS, prova de conceito reproduzível, impacto de negócio e roadmap de correção priorizado — pronto para o time técnico e para a auditoria.
Segurança em Open Finance exige quem entenda tanto o padrão OAuth/OpenID quanto a regulação brasileira — e como um atacante encadeia as duas coisas.
Conhecemos o perfil Financial-grade API a fundo: onde a especificação é rígida e onde as implementações relaxam controles e abrem brechas exploráveis.
Traduzimos achados técnicos para a linguagem do Banco Central, do CMN e da LGPD, conectando cada falha ao requisito regulatório correspondente.
Cada finding vem com prova de conceito e impacto demonstrado — não apenas o output de um scanner. Você sabe exatamente o que um atacante conseguiria.
Em uma conversa de 30 minutos mapeamos o seu papel no ecossistema, as interfaces expostas e o escopo ideal do teste de invasão — de FAPI a consentimento.