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Segurança ofensiva · Setor financeiro

Segurança em Meios de Pagamento

Do chip EMV ao pagamento por aproximação no celular: pentest, adequação PCI e hardening dos canais que movimentam dinheiro no Brasil.

O que é segurança em meios de pagamento?

Segurança em meios de pagamento é o conjunto de testes ofensivos, adequação regulatória e hardening que protege cartões, terminais e transações contra fraude e vazamento. No Brasil abrange PCI DSS, PCI MPoC, o ecossistema EMV (chip, ATM e POS), além de PIX e Open Finance, com pentest e evidências auditáveis.

A Berghem atua na cadeia completa de pagamentos — emissores, adquirentes, subadquirentes, gateways, facilitadores e fintechs de pagamento. Combinamos teste de invasão, análise de conformidade e revisão de arquitetura para reduzir o risco de fraude e sustentar a certificação diante de bandeiras, QSA e do BACEN.

Cada engajamento entrega relatório executivo e técnico, prova de conceito das falhas exploráveis, plano de remediação priorizado por risco e retest para confirmar as correções — a documentação que bandeiras, auditores, o QSA e o time interno usam para agir com rapidez.

O que cobrimos

•PCI DSS 4.0.1 — escopo, CDE e Req. 11.4
•PCI MPoC, SPoC e CPoC para pagamento em celular
•EMV — chip, contactless, ATM e POS
•PIX e Open Finance — APIs e consentimento
•Pentest de gateways e apps de pagamento
•Evidências auditáveis para QSA e bandeiras
PCI DSS

Como o PCI DSS se aplica a quem processa dados de cartão?

PCI DSS 4.0.1 é o padrão de segurança obrigatório para qualquer empresa que armazene, processe ou transmita dados de cartão. A Berghem define o escopo e o ambiente de dados do titular (CDE), executa o gap assessment, apoia a remediação e entrega o pentest exigido pelo Requisito 11.4 — a evidência que o QSA precisa para o sign-off.

Nosso trabalho ofensivo valida a segmentação de rede, testa aplicações e APIs dentro do CDE e confirma que os controles resistem a ataques reais, não só a checklists. Veja a nossa consultoria PCI DSS e o pilar de compliance e auditoria para o ciclo completo de certificação.

O padrão organiza controles em torno de rede segura, proteção dos dados do titular, gestão de vulnerabilidades, controle de acesso, monitoramento contínuo e política de segurança. O nível do comerciante e o tipo de SAQ definem a profundidade da validação — do autoquestionário ao Relatório de Conformidade (RoC) assinado por um QSA.

PCI MPoC

O que é PCI MPoC e como aceitar pagamentos no próprio celular?

PCI MPoC (Mobile Payments on COTS) é o padrão que permite transformar um smartphone comum em terminal de pagamento, lendo o cartão por aproximação e, quando aplicável, digitando o PIN na própria tela. Ele consolida e substitui os padrões anteriores SPoC e CPoC, ampliando o escopo de avaliação de software e de atestação contínua.

A Berghem avalia soluções MPoC sob a ótica do atacante — resiliência do app, proteção de PIN, integridade do dispositivo e do canal — alinhada às exigências de software security e attestation da norma. Detalhes na página dedicada de PCI MPoC.

COTS

MPoC

Pagamento por aproximação e captura de PIN em software, no próprio dispositivo COTS. Padrão unificado que substitui SPoC e CPoC.

PIN

SPoC

Software-based PIN entry on COTS: PIN digitado em software com leitor de cartão (SCRP) dedicado. Consolidado no MPoC.

Contactless

CPoC

Contactless Payments on COTS: aceitação por aproximação sem PIN em software. Também absorvido pelo MPoC.

EMV · ATM · POS

Como proteger EMV, ATM e POS contra ataques ao chip e aos terminais?

O ecossistema EMV — cartões com chip, transações contactless, caixas eletrônicos (ATM) e terminais de ponto de venda (POS) — continua no centro da fraude com cartão presente. Avaliamos o fluxo de transação, a criptografia de dados de trilha e PIN, a proteção física e lógica dos terminais e a resistência a ataques como relay, skimming e manipulação de mensagens.

Para adquirentes, subadquirentes e fabricantes de terminais, unimos análise de firmware, teste de aplicações embarcadas e revisão do fluxo EMV, produzindo evidências que sustentam decisões de segurança e conformidade em toda a cadeia de aceitação.

Em ATMs, avaliamos jackpotting, ataques de black-box e manipulação do dispensador; em POS, a integridade do terminal e do software de captura. O objetivo é demonstrar impacto real — clonagem, desvio de transação ou extração de dados de cartão — antes que um fraudador o faça em produção.

PIX · Open Finance

Como proteger PIX e Open Finance nos canais instantâneos?

Pagamentos instantâneos e o compartilhamento de dados no Open Finance ampliaram a superfície de ataque das instituições. Testamos as APIs de iniciação de pagamento, o fluxo de consentimento e os controles antifraude do PIX, buscando falhas de autorização, abuso de lógica de negócio e exposição de dados sensíveis.

Esse trabalho se conecta à segurança em Open Finance e à adequação às resoluções do BACEN/CMN sobre segurança cibernética, incluindo a 4.893. Para a visão setorial completa, veja segurança para bancos e fintechs.

Também revisamos os certificados e o mTLS entre participantes, o registro dinâmico de clientes e os escopos de consentimento, garantindo que a instituição não exponha dados além do que o titular autorizou nem aceite requisições forjadas por um participante malicioso do ecossistema.

Metodologia

Meu gateway ou app de pagamento precisa de pentest?

Nosso trabalho segue metodologias reconhecidas — OWASP, PTES e NIST SP 800-115 — adaptadas ao contexto de pagamentos. Combinamos testes black-box, gray-box e white-box conforme o alvo, sempre com foco em impacto de negócio: fraude, desvio de valores e vazamento de dados de cartão.

Para o programa ofensivo completo, conheça o EHT — Ethical Hacking Team e a nossa segurança ofensiva, que estendem o teste de meios de pagamento a aplicações, APIs, redes internas e nuvem da instituição.

Escopo típico de um projeto

Aplicações e APIs de pagamento

Gateways, carteiras digitais, apps de POS e APIs de iniciação — OWASP, lógica de negócio e autorização.

Terminais e dispositivos

POS, ATM e soluções MPoC em COTS: firmware, app, proteção de PIN e integridade do dispositivo.

Fluxo EMV e transacional

Chip, contactless e mensageria de transação: criptografia, replay, relay e manipulação de campos.

Conformidade e evidência

Escopo PCI, Req. 11.4, relatório executivo e técnico, retest e evidências prontas para o QSA.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre segurança em meios de pagamento

Qual a diferença entre PCI DSS e PCI MPoC?
PCI DSS é o padrão que protege o ambiente que armazena, processa ou transmite dados de cartão. PCI MPoC é específico para soluções que transformam um smartphone comum em terminal, avaliando o software, a captura de PIN e a atestação contínua do dispositivo.
O que substituiu os padrões SPoC e CPoC?
O PCI MPoC consolida e substitui SPoC (entrada de PIN em software) e CPoC (aceitação contactless sem PIN). Ele unifica os cenários de pagamento em dispositivos COTS num único padrão, com foco em segurança de software e atestação contínua da solução.
Meu gateway de pagamento precisa de pentest?
Sim. Quem processa dados de cartão está sujeito ao Requisito 11.4 do PCI DSS, que exige teste de invasão periódico de aplicações, APIs e da segmentação de rede. O pentest também é a evidência que o QSA usa para validar a eficácia dos controles.
A Berghem avalia terminais POS e ATM?
Sim. Avaliamos terminais POS, caixas eletrônicos (ATM) e o fluxo EMV — chip e contactless — combinando análise de firmware, teste de aplicações embarcadas e revisão da mensageria de transação para expor fraude, skimming e ataques de manipulação.
PIX e Open Finance entram no escopo?
Sim. Testamos APIs de iniciação de pagamento, fluxo de consentimento e controles antifraude do PIX e do Open Finance, buscando falhas de autorização e abuso de lógica de negócio, alinhados às resoluções do BACEN/CMN sobre segurança cibernética.
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Em uma conversa de 30 minutos mapeamos os canais de pagamento em escopo — PCI DSS, MPoC, EMV, PIX e Open Finance — e desenhamos o teste ideal.

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